André de Almeida, nosso Founding Partner e CEO escreveu um artigo publicado pelo Estadão sobre a situação da taxa de juros no Brasil e a atuação do Banco Central.
Destacando alguns pontos como a diferença no posicionamento dos ministros e a ausência de métodos para organizar essa situação, André observa que a população se sente desprotegida.
Como causa desses problemas que temos enfrentado, dois pontos distintos, mas interligados: a ausência de práticas políticas adaptadas à nova realidade normativa de autonomia do BACEN e a perene problemática dos juros extremamente altos no Brasil, concomitantemente a um endividamento desproporcional decorrente do excesso de crédito tomado quando as taxas estavam artificialmente baixas durante o ano de 2020.
Diante da gravidade da situação, André escreve que ações efetivas são necessárias para a retomada da economia e conclui com o que se espera: que as autoridades apresentem propostas reais e trabalhem em conjunto, dentro do âmbito de suas responsabilidades, para mitigar os efeitos nefastos do quadro que estamos presenciando. O endividamento tóxico derivado da brusca e imprevisível alteração nas taxas de juros é o elemento determinante causador de instabilidade no atual cenário econômico.
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